21 de fevereiro de 2011

Sincericídio hormonalmente alterado!

Se você curte lidar com ansiedade, amiga(o), tudo bem. Tem gente que curte até choque elétrico nos mamilos não é verdade? Ou vai ver você é daquele tipo que não fica ansioso com nada... que é um yôgue nível avançado, que atingiu a iluminação, que pratica sexo tântrico com obstáculos 4 vezes ao dia ou...sei lá...nasceu sem esse hormônio...

Mas eu, bem, eu tô morrendo de ansiedade. Morrendo. E é uma bruta ansiedade. Periga sufocar.(ALERTA VERMELHO PARA CITAÇÃO DE VERSO DA MÚSICA DO GRUPO DOMINÓ). Por conta dessa ansiedade toda, posso dizer sem medo (Mentira! Morro de medo de falar essas coisas e ser atacada pela Legião das Mães Perfeitas da Internet) que não estou morrendo de amor pela gravidez. Não estou e pronto. Digo pra quem quiser ouvir: é uma fase chata por toda ansiedade envolvida. Sofro com meu cérebro doentio 21h por dia. As 3 horinhas que sobram sem sofrimento, referem-se ao Vinícius praticando kickbox na minha barriga, o que é bem, bem maneiro!

"Você vai sentir falta da barriga! Você vai morrer de saudades da gravidez!", dizem milhares de mulheres (em coro e Dó Maior). E eu finjo que concordo, porque sou uma rebeldezinha de merda, que só diz o que pensa até a página 12. Fico fazendo aquele sorriso ensaiado de grávida em êxtase, mas por dentro, do fundo do meu miocárdio, digo que não. Não vou sentir falta da gravidez. Assim como não sinto falta do meu hímen. Sacou? 

Aqui na minha vida a gravidez tem sido um processo pelo qual passo afim de atingir um objetivo maior. É um projeto, uma obra, um empreendimento. No caso, o produto final desse empreendimento será gordinho, careca, irrugadinho* enrugadinho e banguela. (Owwwn!) E certamente vou amá-lo. Como quase todas as mães amam seus produtinhos. Agora, daí a dizer que eu amo a gravidez? Sorry, comigo não rola assim, não... Assim como também não amo a fábrica da coca-cola. Mas sou louca por uma latinha bem gelada... 

Pronto. E que venha a inquisição.


* Elisa...a pessoa que comete erros crassos em momentos de emoção, perdendo completamente a credibilidade. Ainda bem que vocês sinalizam. Foi mal aê.

10 de fevereiro de 2011

Que tal nós 3.... numa banheira de espuma???

Não, suas safadjeenhas. Ninguém aqui tá pensando em saliências à três. Tô falando disso aqui, ó:


Ooooooown... vê se não é a coisa mais lindoca essa mini banheira vitoriana ao lado da outra maxi banheira vitoriana? Visualize toda a família (no caso eu, Marco e Vinícius), submersa em água com sais de banho refrescantes, todos com uma toalha enrolada na cabeça, uma flute de champagne em uma das mãos (Vinícius com uma mamadeira de Veuve Clicquot, porque acho digno) e uma Vogue na outra. 
Visualizou?
Agora visualize meu marido e meu filho arrumando as malinhas e indo embora, após serem obrigados a participar de mais uma das minhas fantasias boiolas?

Foi?

Agora me veja voltando para a banheira, com um secador de cabelo nas mãos, pensando em cometer uma loucura (acho lindo quem chama suicídio de "cometer uma loucura"...é tão Maysa...) porque fui abandonada pela família.
Ai, gente. Não sei terminar esse post, não. Era só pra mostrar a mini banheira que encontrei nesse site aqui. Tô meio destreinada.