29 de janeiro de 2010

Dando as caras...

Que semana foi essa, môpai? De onde veio tanto trabalho?
Nem sei como consegui chegar viva a essa noite de sexta! 
E a lua? Cês viram a lua cheia?

Amanhã venho aqui, mostrar umas coisas legais, escrever umas besteiras e fazer faxina! Prometo vir usando uma fantasia de "diarista erótica", comprada na sexshop mais próxima, pra ver se atraio alguma audiência extra! (Rá!)

Até mais!

25 de janeiro de 2010

Tudo o que você sempre quis saber sobre o pau e teve vergonha de perguntar.

Trezentas mil pessoas perguntaram: ELISA, POR QUE VOCÊ NÃO BAIXOU O PAU DA CORTINA EM VEZ DE TER TANTO TRABALHO PRODUZINDO OS EXTENSORES?

Como não tenho feito outra coisa da vida a não ser responder perguntas (sentiram uma nuance de má vontade nessa colocação? Sentiram?), vou responder. Mas não pensem que a coisa será assim, de mão beijada. Se querem respostas terão que colocar essas máquinas de piolho pra funcionar. Eu, hein. Tão pensando o que? Que a vida é justa? É? (sentiram uma nuance de "sogra mal comida" nessa colocação? Sentiram?)

Em homenagem ao ENEM (COM M NO FINAL) e a todos os que um dia já prestaram vestibular nesse mundo cão, minha resposta será uma provinha de múltipla escolha! Escolha a resposta correta:

NÃO BAIXEI O PAU DA CORTINA...

(A) ...Porque sou masoquista. Gosto de ter muito trabalho e de sentir dor. Tenho inclusive uma roupinha de couro e um apertador de mamilos para os momentos de tédio.

(B) ...Porque minha vida é tão inútil e vazia que preciso preenche-la com atividades árduas e despendiosas. Isso me faz sentir importante e útil para a sociedade capitalista neo-liberal.

(C) ...Porque precisava começar por algum lugar a executar meu plano diabólico de encobrir todo o universo com tecidos vermelhos de bolinhas brancas.

(D) ...Porque o pau é meu e eu enfio no furo que quiser.

(E) ...Porque minha casa é alugada e não devo ficar fazendo 8 mil furinhos nas paredes. Principalmente se estas estão recobertas de azulejos e, pior, recheadas de encanamentos louquinhos para explodir ao primeiro "vrum vrum" da furadeira.

(F) Todas as respostas anteriores.



Você só poderá marcar a resposta com caneta azul ou preta.
E se alguém me pedir o gabarito, não me responsabilizarei pelos meus atos.
Esse povo só quer mamãozinho com açúcar. Eu, hein?

23 de janeiro de 2010

Um drama no banheiro!

E não tem nada a ver com constipação ou outros assuntos escatológicos... Meu drama de banheiro se chama "A CORTINA DO BOX". Tan-nan! (Sentiu a tensão no ar?)

Pois é. Meu banheiro não tem aquele box bacana. E eu não costumo sofrer por isso. Mentira. Sofrer eu sofro, mas não a ponto de comprar um pote de sorvete e devorá-lo assistindo comédias românticas. O box aqui de casa é grande, com espaço para umas 4 pessoas adultas (não que eu costume promover surubas no box... isso é só um referencial de tamanho, pelamor de Deus!), de modo que encontrar uma cortina legal sempre é muito enjoado.

Um dia, passeando alegremente (adoro essa expressão! Acho tão Bambie!) pelo shopping, encontrei uma cortininha safada (safada do verbo R$24,99) por quem caí de amores. Não tinha peixinhos (já falei aqui sobre meu bloqueio com o tema "fundo do mar"?), nem grafismos cafonas, nem cores estranhas, nem tudo isso misturado (aaaargh!).

Comprei. Saí da loja toda feliz e quando cheguei em casa e pendurei-a no pau - put# merd#! car#lh#! c#! porr#! - a bicha ficou curta. Curta mesmo. Faltando mais de 1 palmo para chegar ao chão. E se você tem alguma noção de física quântica irá perceber que cortina curta no box é diretamente proporcional a um banheiro alagado e um lar desfeito.

Foram dias de juras de amor do meu marido ("Vou jogar essa merda fora! Ah, se vou!"), de ponderações maduras de minha parte ("Se você tocar nessa cortina eu quebro teus dentes!") e de muito, muito apoio mútuo ("Fez a cagada! Agora dá seu jeito!"), até que...

... PLIM!

A solução me foi revelada em sonho. Mentira. A solução veio enquanto fazia cocô e olhava cheia de raiva pra maldita cortina-anã.
Por que não fazer meus próprios extensores? Por que não fazê-los em tecido? E por que não vermelho? E por que não de bolinhas brancas?
Pronto. Foi só sentar na máquina, fazer dois cordões bem compridos e cortá-los em doze tirinhas iguais (medindo tudo bem direitinho antes!). Vejam só!


A cortina da discórdia:
























Meus "extensores" geniais:



Detalhe dos extensores:



E não é que no final das contas essa solução ficou toda charmosa?

Aí... bem... Não resisti e fiz uma capa para o assento do vaso sanitário com a mesma estampa.

É. Sou feliz assim, tá?

20 de janeiro de 2010

Quer perguntar?

Eu posso responder.
É que fiz um formspring.me. (Tá, eu sei que estou atrasada.)
Apareça quando quiser!

Sensível demais... eu sou um alguém que chora...

Não consigo aceitar o final das férias.
Não quero voltar hoje ao trabalho. 
Não quero mas não posso ficar falando isso por aí porque sempre me vem um chato-demagogo-hipócrita-irritante-covarde e diz "você poderia estar desempregada", "você TEM QUE ficar feliz por voltar ao trabalho", "queria ficar em casa pra sempre?", "o que não tem remédio, remediado está...", "no meu tempo as pessoas sentiam saudades do trabalho após uma semana de férias!". Blá blá blá blá. MORRAAAAAAM.

Aí é aquela coisa, né? Se eu já tô puta da vida por ter que voltar, fico mais puta ainda pelo fato de não poder me manifestar. E aí...bem...aí sobra pra vocês, pobres leitores...

Me apoiem. Me amem. Me digam que estou certa. Obrigada.


14 de janeiro de 2010

Momento S.A.C.

Nossa,vocês tão com o caboclo perguntador no cangote, hein? Milhares de dúvidas existenciais seríssimas! Coisas de vida ou morte!

O que eu queria mesmo era uma coletiva de imprensa, cheia de microfones cabeçudos (uia!) apontados para mim, mas minha vida de celebrity niteroiense é um fracasso total. Vou colocar minha viola no saco (sempre que eu falo essa frase visualizo Zezé di Camargo com a-que-le cabelinho do início da carreira! Eita!) e respondê-las por aqui, mesmo. Quem nasceu para jurupoca do brejo nunca chega a flor do campo.

Vamos às perguntas (em azul) e respostas (em vermelho...porque eu amo vermelho!)

Debora, tendo um siricotico master, quer saber...

"Quanto você gastou para montar meu mini-atelier?"
  • Cavaletes - R$ 25,00 cada.
  • MDF de 1,40m x 80cm - R$ 45,00
  • Caixas vermelhas de papelão com alças - 2 grandes de R$19,90 e 1 pequena de R$16,90
  • Caixas plásticas - 2 de R$ 16, 50
  • Luminária - R$ 35,00
  • Pranchetas - 2 de R$ 6,00 cada. (Os tecidos para revestir eu já tinha. Não entram na conta...)
  • Tecido de bolinhas para toalha e almofada da cadeira - já tinha em casa!
  • Prateleiras - Já tinha também.
  • Toalha plástica transparente - R$ 4,00 o metro (comprei 1,5)
Total: R$ 237, 70


Carina Valle resmungou sofrida...

"Sempre quis aprender a costurar...mas nesse buraco nem vende tecido fofo!"

Carina, minha santa... a internet existe para encher nossas gavetas e esvaziar nossas contas bancarias. Tecido fofo que você quer? Tecido fofo terá!



Manô, a danada do feltro, indagou...

Me diga uma coisa, essa máquina Singer Fashion (é essa né).. é boa?

Manô, ela é perfeita para o que eu preciso. Tem 10 pontos (dos quais só uso 2 e olhe lá), é parrudinha, portátil e... nossa, amo tanto! (Fazendo coraçãozinho com as mãos!)

Linda carioca e Ju, as consumistas selvagens, se animaram...

Por que vc não faz pra vender?
Aceita encomenda pro Canadá?

Não faço pra vender (nem aceito encomendas) por que não misturo negócios com prazer (uia! toda prostituída!). Já existe muita gente fazendo coisas lindas para torrarmos nossos salários e muita gente vive disso, o que é maravilhoso! No meu caso é só curtição. Não é trabalho. É lazer.


Karina, sem link e sem sobrenome, pediu...

Tem como disponibilizar o molde?

Ih, Karina... essa vou ficar devendo. Molde é um troço enjoado a beça de postar. Mas ó, joga no google que Jesus segura (é isso mesmo que se diz?)


Maria Elisa, sem link e com muita dor, rolou no chão de desespero...

Preciso desesperadamente de um tecido fofo de cupcakes! Onde você comprou?

Maria Elisa, respire! Comprei numa loja chamada Lido Quilt, aqui em Niterói. Fui lá pessoalmente, mas sei que essa loja tem um site e que vende tudo através dele! Dê lá uma olhada! (www.lidoquilt.com.br)


E aí? Foi bom pra vocês? Porque eu não fico cansada assim desde o vestibular em 1996....

11 de janeiro de 2010

Pau que nasce torto, morre torto...

...mas minhas bolsinhas terão uma segunda chance nessa vida!

Sentei decidida a fazer necessaires novas, já que as em uso (que fiz há uns 3 anos) estavam um horror. Parei, modelei, cortei, costurei e ao vê-la pronta cantei "...não sei porquê/ se eu não perdi nenhum detalhe/ onde foi que eu erreeeeeeeeeeeeei?!" A bolsinha ficou assim, como direi... super mocoronga. O molde indicava um formato e o objeto adquiriu outro. Ou melhor, não adquiriu nenhum, ficando uma coisa engraçada e meio amorfa. Chorei. Mimimi.

Mas é preciso ter força, é preciso ter raça, é preciso ter gana, sempre! Não me dei por vencida! Mentira. Me dei, sim. Achei que nunca conseguiria fazer algo realmente fofinho. Porque meu padrão é alto. Altíssimo. (Laurinha Figueroa? Tudo bem?) Tão alto que eu não alcanço (Nelson Ned? Tudo bem?). Parti então para a segunda bolsinha do dia. Eu queria duas. Ora, bolas!

Tudo de novo, então: parar, modelar, cortar, costurar. Medo e musiquinha do Jason. Só que dessa vez... humba humba huma hey... ficou fofa! Dancinha! Toda certinha! Dancinha!

E assim passei o resto da tarde fazendo coisas mongas e paquerando minha nova bolsinha rosa. Decidi fazer dela meu estojo porta-lápis 2010. Nhóin!

Como diria Glória Maria: "Gente! É muita emoção!"

8 de janeiro de 2010

Nasce uma estrela do mundo fitness!

E eu lá, deixando minha dignidade se esvair sob a forma de suor... A esteira marcava velocidade 5 (Sem alusão ao "créu", tá, gente? Porque isso já é piada de 2008!) e eu estava decidida a passar para a 6, humilhada pela D. Yolanda que do alto de seus 80 anos, já me deixou pra trás há semanas.

Mas naquela tarde algo estava diferente. Fiquei uns minutos tentando decodificar a sensação. Será que finalmente a serotonina estava dando as caras? Não... não era prazer... (Nota mental: mandar um e-mail pro Wando sugerindo "Não era prazer" como título de seu próximo CD!) Será que eram gases? Não... pelamor de Jah! Flatulência na academia já seria demais! Hey! Nunca reparei que tenho 4 pernas e... Peraí, peraí... tá anoitecendo? Porque tá tudo assim tão escuuuuuuro e... ESCATAPLOUFT!

Tive uma queda de pressão (na verdade acho que ela se jogou de propósito!) que ocasionou uma outra queda. Só que de bundão e no chão. Vi passarinhos rodando em volta da minha cabeça. E isso não tem nada a ver com os sarados do Jiu Jitsu que com seus shortinhos apertados vieram me socorrer (derrota pouca é bobagem, vocês sabem!). Aí o final da história é aquele, né? "Levanta a cabeça dela!" "Abaixa a cabeça dela!" "Dá sal!" "Dá açúcar!" "Leva essa pôia pra casa, que o lugar dela é no fogão"... enfim... a dor e a delícia de ser o que é.

Pronto. Se eu tava reclamando da total falta de popularidade na academia, agora sou mega-famosa. Devo ser conhecida como "aquela que precisou de 3 lutadores de Jiu Jitsu para tirá-la do chão." Talvez eles queiram me usar como halteres.

Alguém sabe se veneno de rato tem muitas calorias?

7 de janeiro de 2010

Para a mesma pergunta, uma mesma resposta!

Sempre - sempre mesmo - vem alguém e pergunta: "Elisa, por que você não posta fotos suas no blog?", e a resposta é super simples. Mais simples, aliás, impossível. Não me exponho fisicamente porque não sou gostosa. Só por isso. Prefiro mostrar o que há dentro do meu cérebro doentio, parte que considero mais sarada desse meu corpinho todo-todo. 

Reparem que NÃO estou falando que minha atitude é legal, ou que só as gostosas saradas devem se exibir, ou que "o que vale é a beleza interior", ou que vou ali na despensa misturar um pouco de Rodasol na minha coca-zero. Nada disso. É uma questão minha. Tímida? Insegura? Complexada? Vixe! Tem que dar nome pras minhas cismas, é? Freud, Jung e Lacan morreram tentando! Pobrezinhos!

Se eu fosse assim maluca como já sou e tivesse um corpo bacana acho me exibiria muito mais. Acho. Não tenho certeza de nada. Então vamos combinar assim, se você sonha (hein?) em me ver pelada, comendo morangos numa Jacuzzi cheia de champagne, vai ter que esperar a próxima encarnação. Passa rápido. Já estamos quase no carnaval! Há também uma outra opção: você pode me mandar um e-mail oferecendo um combo SPA + PLÁSTICA + MARTELINHO DE OURO + RESTAURAÇÃO DE FACHADA TOMBADA (ugh!) PELO PATRIMÔNIO HISTÓRICO NACIONAL. Que tal?

Podem crer: vocês vêem aqui o meu melhor. Seja lá o que isso signifique. 

5 de janeiro de 2010

Mato a cobra e mostro o pau!

Quem leu o último post, sabe que escolhi um canto da casa para chamar de meu. 
Como não ficaria bem agachar e fazer xixi na parede,  demarquei o território empilhando minhas tralhas no local escolhido, como você pode ver na foto abaixo.
No sábado, lá na C&C, comprei 3 caixas organizadoras vermelhas, 2 caixas transparentes, dois cavaletes (que são os pés mega-firmes da minha mesa de MDF) e uma luminária, já que a minha de leitura mora na cama e de lá não sairá jamais!

Aí, seguindo a dica sensacional da Aninha (Ana Medeiros), fui até a Leroy Merlin e comprei o tampo da mesa, que não passa de um pedaço de MDF revestido, cortado na hora numa máquina tão, mas tão legal, que quando o cara acabou de cortar eu, muito mongamente, bati palmas e fiz "uhú!". Abafa.

Cheguei em casa e fui montar a trapizonga toda! Como fazer 80 milhões de equipamentos e materiais caberem num retângulo de 1,40 x 90 cm? Ah... dei meu jeito. E ficou bem assim, ó:

Um cantinho colorido, alegre, gostosinho. É singelo, eu sei. Sem sofisticações. Mas, quer saber? Minha casa tem 100% essa vibe (Nossa! Péssimo eu falando "vibe" com 31 anos na cara, não?), não faria o menor sentido uma coisa padrão luxo! Eu curto isso!

No detalhe você vê a toalha de bolinhas vermelhas coberta por uma toalha plástica pra não cagar tudo de tinta, cola e meleca (hahaha! Brincadeirinha!), minha máquina de costura, a luminária, meus aviamentos nas caixas plásticas da prateleira (uma hora fala "vibe", na outra fala "aviamentos" tipo 3ª idade... Tu é esquizofrênica, Elisa?). Nas caixas vermelhas meus papéis de scrapbook, meus furadores, colas, tesouras, tintas, pincéis, moldes vazados, bla bla blá... Embaixo da mesa (acho que dá pra ver na 2ª foto) tem uma caixa vermelha grandona, onde guardo peças de MDF, colas, revistas, calcinhas fio dental e pedaços humanos (Dã! Só pra ver se você ainda tá prestando atenção!). Na parede minhas pranchetas porta-recados que amo de paixão e meu detalhe favorito: os pompons vermelhos colados na beirola das prateleiras! 

Meu canto ficou assim. E daqui mesmo estou postando!
Bem feliz, né?

3 de janeiro de 2010

No meu cantinho boto pra quebrar...

"Uma mulher que acorda tão cedo nesse sábado de sol para ir até uma loja de utilidades domésticas está disposta a grandes mudanças na vida! Ninguém poderá me impedir! Ninguém!"

E foi com esse discurso cafona, exagerado e sem sentido que consegui convencer meu marido a ir comigo até a C&C, loja que me faz perder a linha, comprar o que precisava para minha nova empreitada. 

Tudo começou no dia 31. Tchan-nam.

Resolvi que em 2010 arrumaria um canto qualquer nessa casa para montar meu atelier. Meu craft room. Meu cafofo-fofinho. Meu rancho fundo bem pra lá do fim do mundo. 

Entrei numa de que não poderia mais viver sem ter um lugar para chamar de meu. Que precisava guardar todo meu material craft em um lugar só. Que costurar na mesa da sala fazia de mim um ser inferior. Que um lugarzinho bonito e funcional me tornaria uma mulher magra, loura, peituda e incrivelmente sexy.E que tudo isso teria que acontecer A-G-O-R-A.

Antes de continuar essa narrativa devo salientar que nesta casa "arrumar um canto" não é mera força de expressão. Um canto aqui é um canto mesmo. Um espacinho entre paredes quaisquer. Um quase buraco.

Bem, dei 4 ou 5 passos (a casa é um cocô de mosquito, gente, fazer o que?), procurei o cômodo mais vazio - put#merd# como eu enfio coisas nessa casa, Deus é mais! - encontrei um espaço de 1,40m x 90cm e berrei: SAI DAQUI QUE JÁ É MEU, PORRA! 

Meu marido que é louco, mas não é bobo, pegou suas pranchas e saiu de fininho. Eu babava a espuma verde do sentimento de posse e peguei uma daquelas fitas de interdição da Defesa Civil, bloqueando a passagem até que meu craft-corner esteja 100% pronto. Tá. Não bloqueei. Mas olhei feio pro marido e acho que só isso já vai bastar.

Agora estou aqui, às voltas com caixas lindas que comprei para organizar, ferramentas supimpas, vidros maravilhosos... juntando minhas quinquilharias, redescobrindo materiais esquecidos, arrumando os zilhões de tecidos, separando tintas... Ai, gente, isso sim é amor purinho. Segunda-feira vou finalizar minha bancada cujo tampo será feito de MDF e voilá! Feliz de novo! Viu como é fácil?

Aguardem fotos, notícias e lamúrias!