28 de novembro de 2009

Maluco não ama. Maluco cisma.

E quem diria que aquele "vem cá minha nega" na loja de conveniência do posto de gasolina chegaria aos 10 anos?

Pois chegou. 
E continuamos juntos, felizes, unidos, amigos, namorados e cheios de amor pra dar. Quer dizer... no que se refere ao "dar"... bem... as coisas mudam, as calcinhas aumentam, mas a gente se entende! 


24 de novembro de 2009

Relato de parto.

"Tire a roupa. Vista esse shortinho. Imite uma galinha. Suba aqui. Agora vá depressa. Agora vá devagar. Agora fique em um pé só. Ok. Agora abaixe. Agora levante. Créu velocidade 3,5. Agora abaixe rebolando até o chão. Aí. Falta pouco. Cuidado pra não desabar. Isso. Agora levante dançando Single Ladies. Na hora do "oh oh oh" sacuda os peitos. Não. Assim não. Desse jeito vão arrastar no chão frio. Isso. Agora um pouquinho de Macarena (Haaaay!), dois minutos de Joelma do Calypso. Joga o cabelo. Joga de novo. Pronto. Pronto. Pode vestir a roupa. Você vai malhar junto com aquela senhora ali. Não essa. A outra atrás, na cadeira de rodas. Isso. Comece apertando a bolinha de silicone. 1, 2, 3. Pronto. Esforço demais. Pode ir. 15 dias de repouso pelo esforço."


Tá. Não foi um parto. Foi uma Avaliação Física na academia. Mas garanto que o esforço foi o mesmo. Tô até de resguardo.

23 de novembro de 2009

Precisooooo! Preciso de você aquiiiiiiiiiiiiiiii!

Mais um ítem completamente indispensável para minha vida! Tá ficando difícil viver nesse mundo de tantas necessidades urgentes!

Vi no Follow the Colors (um blog legal pra chuchu!) e tive que mostrar pra vocês.

Não é linda essa forma de bolo tipo biscoitão recheado?
Onde será possível encontrá-la aqui no Brasil?
Será que alguém já viu por aí?

20 de novembro de 2009

Evocando o espírito de Natal com Pai Noel do Curuzu!

O espírito do Natal, este safadinho, ainda não dominou este corpinho de sereia. A coisa tá tão feia que tenho 90 meias de duende para costurar e com esse calor da porra, esse sol escaldante e essa força estranha que me leva a cantar, só tenho vontade de fazer coisas que incluam sombra, gelo e limão.

Tenho separado imagens natalinas pra ver se o caboclo decorador sazonal baixa por aqui, mas confesso que nada vem. Comprei revistas, comprei presentes, fui ao Saara e nada. Nenhum trenó. Nenhum um sino pequenino, sino de Belém.

Deixo pra vocês algumas imagens garimpadas num momento de desespero e descrença no amanhã. Eu realmente não estou pondo fé nesse papinho de que o ano acabou. 

Para mim as imagens abaixo ainda não funcionaram, mas vai que servem pra você, né? Vai se saber...








18 de novembro de 2009

Tem culpa, eu?

Como disse certa vez o poeta "Tô ficando atoladinha/Tô ficando atoladinha/Tô ficando atoladinha..." Quando tiver tempo de novo, e esse dia há de chegar, volto aqui pra dar um "oi". Amanhã. Talvez. Hoje. Quem sabe?
Tô cheia de posts na agulha.
Ainda se diz isso de "ter alguma coisa na agulha"?
Tô senil.

16 de novembro de 2009

A quem quero enganar?

Fico aqui bancando a mulher segura e bem-resolvida mas na verdade não passo de uma covarde pobre coitada, que tem fobia de avaliações físicas.

Sofro só de pensar naquele medidor de gordura, um aparelhinho forjado pelo capeta, apertando e puxando meus toucinhos e bacons! Não bastava me pesar? Os números que expressam minha massa já não são suficientemente humilhantes?

Projeto verão 2016. Sobreviverei. Eu acho.

13 de novembro de 2009

Banana is my business!

Já provou uma noite de sexo selvagem com o George Clooney?
Não, né? Que chato...
Mas ó, prove o picolé de banana da Kibon que dá no mesmo.
Eu juro (por mim mesma, por Deus, por meus pais!)
E tem poucas calorias. Só 120. Dá pra substituir tranquilo por um polenguinho e meio. Ou por 3 biscoitos cream cracker. Ou por uma barrinha de ceral com chocolate. Ah, sei lá... ou então coma depois de um prato de rabada e não substitua por porcaria nenhuma!

Esclareço que isso não é um anúncio pago. Mas se a kibon me oferecer umas 8 caixas do picolé (da linha Fruttare Caseiro), troco pela minha mãe em bom estado.

Di-di-saínha!

Quando a garota da Uniban apareceu pela primeira vez no noticiário, antes da polêmica se consolidar, eu disse pro meu marido:


- E aí? Qual será a edição da Playboy? Dezembro ou janeiro?


E ele respondeu:


-Não. Ela não tem cacife (ele disse cacife, mas tenho certeza de que pensou em outro termo infinitamente de mais baixo calão!) para posar pra Playboy. No máximo Revista Sexy.


Como não sou boa em aquilatar pixiricas preferi me calar. Meu marido deve ser melhor nisso do que eu.


Mas fica cada vez mais claro que com ou sem reação exagerada dos alunos, com ou sem atitude preconceituosa da direção da universidade, com ou sem machismo, com ou sem calcinha, tudo nesse país acaba em bunda.

12 de novembro de 2009

ulala! ;-)!

Esse "ulalá" aí de cima não é meu. 
Foi ela que passou por aqui e sem que eu soubesse, deixou um recado.

Eu que cheguei há pouco em casa, vim aqui dar uma olhada e tomei um susto. Daí reconstitui os fatos e cheguei à "criminosa". 

Encarem esse "ulalá" como um "oi". É que ela é meio over, mesmo. Sangue do meu sangue.

11 de novembro de 2009

Pausa dramática

Preciso confessar uma coisa ao mundo:

Assisto Brazil's Next Top Model e Real Housewives of New York.

Tô bem agora.
Podemos continuar.

9 de novembro de 2009

Festa em casa!

Na minha infância as festas de aniversário aconteciam em casa e os temas escolhidos definitivamente não eram muito convencionais... ok... isso é o óbvio ululante, já que os temas eram escolhidos por mim. Mas posso afirmar que se hoje eu sou como sou é porque tive meia dúzia de adultos sem noção me dando corda.

Nem bem chegava o mês de agosto e minha mãe perguntava: "Elisa, qual será o tema do seu aniversário?" E eu que já estava com o dito escolhido desde fevereiro mandava bala: "Quero uma festa de lacinhos!", "Quero uma festa de orelhas!", "Quero uma festa amarela!", "Quero uma festa de tulipas!", "Quero uma festa de pudim!".

O pré-festa eu curtia muito. Fazer o controle de qualidade dos saquinhos-surpresa era uma de minhas especialidades. Mas na hora do vamos ver, convidados a postos, vestido novo, pose pra foto e... hooooooooooras de choro, febre, sofrimento e ataques de pelanca.

Não. Eu não curtia O DIA do aniversário. E obrigava meus convidados a selar um compromisso em cartório: "Parabéns pra você" só com as luzes acesas. "Com quem será?", então, nem pensar. Eu era uma chata. Mas as produções eram uma gracinha.

E por que eu tô fazendo esse momento Helena? (vai dizer que não é super Manoel Carlos esse negócio de flashback de infância romanceado e singelo?) Porque achei isso aqui lindo e pensei: "Nossa! Quando eu tiver uma filha, quero que ela tenha festas assim!"

Prometo não falar mais sobre isso...

Mas esse calor tá fod#.

6 de novembro de 2009

Pelo direito de permanecer calada!

O ar condicionado marcando 16ºC proporcionava um clima "esquiando em Aspen" em plena Niterói 40º (purgatório da beleza e do caos). Eu estava em horário de almoço (acho isso tão baixa renda...) e num torpor-mau-humorento daqueles produzidos na vesícula biliar do capeta! Queria ficar sozinha. Mas todo castigo pra corno é pouco e nessa hora sempre há um @#$*&% que aparece a sorrir. Ou pior: disposto a tentar te fazer sorrir. 

Apelando para o sincericídio avisei pro camarada, que é grande mas não é dois: "Você pode entrar na minha sala, você pode até sentar aqui do meu lado, mas P-U-F-A-V-Ô não fale comigo. Estou de mau humor e não quero conversar. Nem ouvir. Nem rir sem vontade. Aliás, não quero nem lembrar que há mais alguém aqui. Quero ler meu livro e só. Dá pra ser?"

Não. Não deu pra ser.

O cara cagou e andou pro meu pedido e desatinou a falar sem parar. E tentou contar piada... E tentou ouvir respostas... E nem reparou que eu estava de olhos fixos no meu livro. Ele simplesmente me ignorou. E na verdade era eu quem tinha optado por ignorá-lo!

Agora me digam:  quando nem franqueza, excesso de sinceridade e grosseria funcionam, o que podemos esperar da humanidade? 

5 de novembro de 2009

Verão: "EU NÃO FAÇO O REQUISITO*".

E odeio a sensação de estar sentada no George Foreman Grill!
*Dedico o título dessa postagem a todas as Garotas da Laje desse país tropical, que torram suas busanfas no cimento quente em prol das...dos... em prol de quê, mesmo?

3 de novembro de 2009

Meu bem, meu mal!

Daí que minha irmã viajou e trouxe pra mim a última edição da Marie Claire Idées. Tô aqui lendo (ok, eu sei que é francês, mas eu faço uma leitura-subconsciente-premonitória), amando e morrendo aos poucos, porque não consigo comprar uma revista apenas e nunca mais falar no assunto. Não. Nãããããão. Quando gosto de uma publicação, preciso tê-la aqui comigo todos os meses, todas as edições, para todas as horas, até as mais íntimas!

Sei que até dá para comprar no Brasil, pelo tal do assineshop.com.br, mas você paga uma pequena fortuna por duas míseras edições trimestrais (100 mangos no Brasil, sendo o precinho de capa algo em torno de 12 pilas, tá meu bem?) e tem que esperar até 13 semanas para receber a primeira. 13 semanas. É cabalístico esse número? Porque não existe no meu relógio interior esse papo de esperar 13 semanas pela chegada de um objeto de desejo. Tá, eu sei, que quando eu tiver filhos vou ter que esperar muito mais e bla bla bla blá, mas no que diz respeito ao mundo material e a relação custo-benefício (uia! Tão Mirian Leitão, isso!) das coisas, eu digo: NÃO AGUENTO!

Então é aquilo: vou lendo, amando e morrendo. É muita dor.

2 de novembro de 2009

Dia de Los Muertos

É... não adianta. Tenho um fraco pelo México e ponto!


Taí uma tradição com a qual simpatizo: o Dia de Los Muertos com sua alegria e colorido! Acho lindo! O tema morte é tratado de um jeito super bem humorado. E haja caveirinhas psicodélicas! Essas maravilhosas aí de cima são da Thanneya McArdle, uma artista do tipo luxo! Dêem uma olhada nas suas abstrações! Uma festa!